No dia 5 de Julho desse ano (1922) ficamos surpresos com a ação dos jovens oficiais; pretendendo tirar do poder elites tradicionais, além de esboçar a defesa de princípios modernizadores, refletindo a insatisfação com a organização política e econômica atual. O movimento aconteceu basicamente no Rio de Janeiro e no Mato Grosso do Sul.
No Rio, sob o comando do Capitão Euclides Hermes da Fonseca (Presidente do Clube Militar). Dominaram o Forte de Copacabana, e enfrentam a resistência das forças legalistas. Eram 302 combatentes, mas depois que o Ministro da Guerra Pandiá Calógeras, telegrafou ao Forte exigindo a rendição dos rebelados, o Capitão Euclides resolve liberar aqueles que não queriam continuar lutando, e espantosamente 272 se retiram, restam apenas 28.
Euclides Hermes sai do Forte ao encontro do Ministro da Guerra para negociar, mas é preso.Vendo a impossibilidade de acordos. O tenente Siqueira Campos reúne os 28 restantes e decide que irão de encontro às tropas legalistas combatendo.
Recolhendo a Bandeira Nacional e dividindo em 28 pedaços, entregues a cada um dos homens para que as levassem junto ao coração.
Bravamente grupo começa o avanço pela Avenida Atlântica. Os militares se separam devido a tiroteios, restando 17 militares. A eles se junta o corajoso engenheiro civil Otávio Correia.Na rua Barroso, o grupo é confrontado por tropas em grande número. Com essa desigualdade, só permanecem vivos os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes, mas com ferimentos.
É satisfatório saber que ainda existem heróis !

Certamente! os 18 Heróis que se dispuseram a lutar por uma vida justa concerteza serão lembrados!
ResponderExcluirCom toda a certeza eles serão lembrados, como bárbaros e assassinos merecedores de pena e ódio.
ResponderExcluirSem motivo algum critica nosso governo em revoltas inúteis e violentas.
PH